quarta-feira, 26 de novembro de 2008

24/10/2008

Ontem eu vi uma mulher no auge do surto, não sei se em algum momento nós mulheres nos fartamos de escutar as lamúrias de nossas amigas e de repente resolvemos surtar e falar coisas que não tem o menor sentido para aquela situação ou momento. Não ouvi nada que fosse uma mentira, mas eram coisas que não precisavam ser ditas naquela situação. Quantas vezes nos pegamos falando demais por coisas tolas, tudo isso por causa de uma dor de cabeça ou TPM? Quantas vezes nos ferimos e depois nos damos conta de que é preciso pedir desculpas, não por estar errada, mas por falar coisas nas horas erradas em momentos da vida que não podem ser resumidos e tão pouco medidos por conta de um dia ruim...
Fiquei triste por me dar conta do descontrole feminino, tanto do meu, pela mancada que dei (marcar uma coisa e na hora resolver que quer fazer outra, mas não deixei ninguém esperando), por um motivo muito egocêntrico, e por ela, por dizer o que vem a mente sem pensar na profundidade do estrago.
Obviamente que esse também é um dos motivos dos homens as vezes nos manterem longe e terem medo de não sermos tão normais como dizemos que somos e tão sentimentais e frágeis como aparentamos, essas atitudes nos transformam em uma verdadeira farsa.
A verdade é que seja homem ou mulher... o que realmente importa é o que fazemos entre as palavras, isso é o que faz toda a diferença.

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