quarta-feira, 26 de novembro de 2008

28/10/2008

Como é que podemos saber quando estamos no limite da razão? Quando é que nossa válvula de escape apita para que possamos ver que estamos passando do limite e sendo completamente egoístas e volúveis?
Como queremos enxergar a felicidade em atos e situações impraticáveis e que insistimos e pagamos para ver para que no final o mais lesado sejamos nós mesmos?
Hoje li um texto que falava sobre a dor e o nada. Existiam frases bem estruturadas que diziam que a dor vale a pena, mas a dor pelo nada é o que coroe. Um texto inteiro dedicado ao incentivo de sentir dor pelo que vivemos e não pelo que não vivemos e não temos coragem de fazer. Mas a verdade é que nem sempre a nossa paixão pela vida e pela aventura que nos bate a porta, depende só de nós... Temos que contar com as coisas que são incontroláveis, como por exemplo: a mesquinharia das pessoas, o egoísmo, o orgulho, a inveja, o desdém, a mediocridade. E isso tudo, onde fica?

Acabei de me dar conta de que estou insegura com uma série de coisas que tinha absoluta certeza de estarem bem resolvidas.

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